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Homem vive mais de seis anos sem sinais do HIV após transplante de células-tronco, indica estudo aceito pela Nature

Caso reforça que a remissão não depende apenas de mutação genética rara; nova evidência amplia entendimento sobre potenciais caminhos para a cura.

Publicada em 03/12/2025 às 08:52h - 6 visualizações G1

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Homem vive mais de seis anos sem sinais do HIV após transplante de células-tronco, indica estudo aceito pela Nature
 (Foto: Brasil registra queda na aids e na mortalidade, mas tem estabilidade com leve alta em novos casos de HIV, aponta boletim de 2025 ? Foto: Adobe Stock)

Um homem que vive com HIV está há mais de seis anos sem apresentar sinais do vírus no organismo após receber um transplante de células-tronco para tratar uma leucemia mieloide aguda.

O caso, aceito para publicação na revista científica Nature, adiciona evidências de que a remissão duradoura do HIV pode ocorrer mesmo quando paciente e doador não têm a mutação genética considerada, por décadas, essencial para a chamada “cura funcional”.

A mutação CCR5Δ32, especialmente quando herdada em dose dupla, bloqueia a entrada do HIV nas células do sistema imunológico e esteve presente em parte dos poucos casos de remissão descritos até hoje. O novo estudo, porém, descreve um cenário diferente.

 

NOTA DA REVISTA: O artigo usado como base para a análise é uma versão não editada do manuscrito, disponibilizada pela Nature para acesso antecipado. Antes da publicação final, o texto ainda passará por revisão adicional — e os autores reforçam que podem existir erros que afetem o conteúdo.

 

Remissão longa, sem terapia e sem mutação completa

 

Segundo o manuscrito, o paciente é heterozigoto para a mutação CCR5Δ32 — ou seja, tem apenas uma cópia dessa variante genética. Nesse caso, o organismo ainda produz parte do receptor CCR5, uma “porta” usada pelo HIV para entrar nas células de defesa.

O doador das células-tronco também era heterozigoto, portanto nenhum dos dois tinha a forma completa da mutação capaz de bloquear totalmente essa porta.

O transplante foi feito exclusivamente para tratar a leucemia. Três anos após o procedimento, com o câncer controlado, os médicos interromperam a terapia antirretroviral (TARV) — o tratamento que mantém o HIV sob controle. Desde então, já se passaram mais de seis anos sem que o vírus voltasse a aparecer nos exames, indicando remissão sustentada.

 

Sem vírus detectável e com reservatório reduzido

 

Ao longo do acompanhamento, os pesquisadores observaram:

 

  • RNA do HIV indetectável no plasma;
  • ausência de vírus replicativamente competente no sangue e nos tecidos intestinais;
  • queda acentuada de anticorpos e células T específicas para o HIV, sugerindo baixa atividade viral;
  • presença de HIV proviral intacto antes do transplante, mas nenhum sinal posterior de vírus funcional.

 

 

Esses achados apontam para uma redução profunda do reservatório viral — conjunto de células onde o HIV costuma permanecer adormecido e difícil de eliminar.

Brasil registra queda na aids e na mortalidade, mas tem estabilidade com leve alta em novos casos de HIV, aponta boletim de 2025 — Foto: Adobe Stock

Brasil registra queda na aids e na mortalidade, mas tem estabilidade com leve alta em novos casos de HIV, aponta boletim de 2025 — Foto: Adobe Stock

 

Resposta imune pode ter ajudado a ‘limpar’ células infectadas

 

O estudo também chama atenção para um ponto do sistema imunológico que pode ter sido decisivo: no momento do transplante, o paciente apresentava alta atividade de citotoxicidade celular dependente de anticorpos (ADCC). Em termos simples, é um tipo de resposta imune em que anticorpos “marcam” células infectadas e outras células de defesa vêm e destroem essas células-alvo.

Esse mecanismo pode ter ajudado a eliminar células que ainda abrigavam o HIV, contribuindo para o esvaziamento do chamado reservatório viral — os locais onde o vírus costuma se esconder.




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